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TERMINADA MAIS UMA ÉPOCA DESPORTIVA, DESEJAMOS A TODOS ATLETAS E SEUS FAMILIARES UMAS BOAS E MERECIDAS FÉRIAS, DA NOSSA PARTE CONTINUAREMOS O TRABALHO PREPARANDO A NOVA ÉPOCA DE 2019/2020. BOAS FÉRIAS


quinta-feira, 2 de maio de 2013

A FPF E OS SEUS CRITÉRIOS... NÃO SE ENGANARAM, QUISERAM FOI ENGANAR


Afinal, a FPF não se equivocou a quando da composição do Regulamento das Taças Nacionais de futsal!

Fez algo bem mais grave, que não desejou assumir como pretensão/decisão. Esta semana, ao escolher (digo bem escolher) os grupos para a segunda fase, a  FPF deixou bem claro as suas intenções, que são simplesmente as de evitar que na final four estejam presentes dois emblemas  em simultâneo da AF Porto e AF Lisboa.

Para este fim, compôs os grupos deforma que as equipas do Porto e Lisboa ficassem agrupadas no mesmo grupo e consequentemente, uma delas (pelo menos) fosse eliminada.

Se essa era a intenção desde início a FPF deveria tê-lo dito, ou então, para salvaguardar o mérito desportivo, permitir apenas a passagem para a fase nacional de uma equipa de cada Associação, naturalmente somente o campeão.

Com este critério(?) A FPF pode permitir que o segundo classificado destas associações ultrapasse o vencedor do seu campeonato.

Não valerá a pena perder mais tempo, com pormenores que provariam aquilo que defendemos, mas sempre se deve dizer, que com este processo o mérito desportivo alcançado no decorrer da prova fica para segundo plano.

Entendemos que a FPF queira dar oportunidades de presença a  outros emblemas, mas discordamos do método. Se querem evolução dos clubes, dêem-lhe mais condições. Não será transformar uma final four, que deveria ser o mais competitiva possível, em dois jogos em que os resultados podem ser goleadas.

A final four deve ser o máximo de competitividade, nunca ser vista como uma excursão de dois dias a uma cidade.
Para agravar este critério, registe-se a falta de coragem da FPF em tornar claros os seus critérios/decisãoes antes do início da prova.

A final não se enganaram, quiseram foi enganar os outros.

Opinião pessoal de Manuel Pina Ferreira