Texto principal

O DEPARTAMENTO DE GINÁSTICA E ARTES MARCIAIS DO BOAVISTA FUTEBOL CLUBE, VAI ORGANIZAR O SARAU DE ENCERRAMENTO DA ÉPOCA NO DIA 12 DE JULHO NO PAVILHÃO MUNICIPAL DA SENHORA DA HORA.


segunda-feira, 12 de março de 2018

VOLEIBOL - BOAVISTA CEDE NO PRIMEIRO JOGO DO PLAY-OFF DE APURAMENTO PARA A FINAL NACIONAL




UN. LUSÓFONA 3 – BOAVISTA FC 1

25/13, 29/27, 23/25 26/15



LUSÓFONA VENCE PRIMEIRO EXAME 
O Boavista, iniciou a eliminatória com a Universidade lusófona, disputada à melhor de três vitórias, com uma derrota em Lisboa por 1/3.

Na realidade competitiva nada ficou comprometido, porque as Panteras receberão no Sábado e Domingo, em jornada dupla, as suas adversárias Lisboetas e em caso de vitória nos dois jogos, ficarão com a vantagem de disputar o último jogo em casa, não correndo o risco de serem eliminadas no quarto jogo a disputar de novo em Lisboa. 

É no entanto, indispensável vencer os dois jogos do próximo fim de semana para esta premissa ser real.



É igualmente, visível, que o Boavista não apresenta a frescura psicológica que apresentou no decorrer da primeira da volta da fase anterior. Dizemos psicológica e não física, porque neste aspecto a equipa continua em pleno da sua capacidade. Mas quando as coisas, mentalmente, não estão bem… tudo parece correr mal.



Vamos ao jogo propriamente dito, analisando cada parcial, mas registando que com um ou outro factor – uma arbitragem de má qualidade – a Lusófona venceu com inteiro mérito no conjunto dos parciais.


O Boavista até apresentou um Volei mais vistoso, mas alguns erros e outros lances de falta de sorte, por exemplo, em vários ressaltos do bloco defensivo do Boavista, mais de noventa por cento ressaltavam para fora dando pontos às Lisboetas.




1º Set 25/13  - Sem discussão

Entrou mal o Boavista permitindo a vantagem de 5/1. Paulo Pardalejo, pediu tempo técnico, para modificar comportamentos e a equipa “entrou” então no jogo. O primeiro “tempo técnico oficial” passou com 8/5 dando a ideia do equilíbrio nos set. tal não aconteceu a Lusófona dominou o parcial, aumentando paulatinamente a vantagem, que na passagem do segundo tempo, era de 16/9, chagando aos 20/10, garantindo o primeiro ponto do jogo com o resultado de 23/13.

Nos serviços falhados a Lusófona registou 1 erro e o Boavista 3.




2º set 29/27 – Deixar fugir o pássaro da mão

Esperava-se um Boavista superior neste parcial e tal aconteceu dando a clara ideia que a vitória seria axadrezada. Nos tempos técnicos o Boavista registou vantagens de 8/5 e 16/11. 
O Boavista continuou a dominar o jogo, mas três erros consecutivos dos árbitros, deram pontos à Lusófona e tiraram concentração às panteras. O empate aconteceu aos 19 pontos e a partir daí o equilíbrio aconteceu, embora o Boavista tenha estado sempre em vantagem de um ponto e cedendo empate em seguida. 
O resultado de empate aconteceu em todos os pontos desde os 19 até aos 27, com o Boavista a servir o “Macht point” mas falhando sempre a vantagem de dois pontos, errando, inclusivamente, dois serviços nesta fase, mantendo a Lusófona no jogo.
Tantas vezes o cantâro vai à fonte que…a Lusófona ganhou a primeira vantagem de “match point” e fechou o parcial.

Em serviços a Lusófona errou 2 e o Boavista 3 (2 na fase decisiva).




3º set 23/25 – quase a fugir…

Era o tudo ou nada e o Boavista apostou tudo. Dominando todo o parcial até à vantagem máxima de 22/14. O jogo (parecia) ganho, mas só parecia. 
Com o parcial na mão, o Boavista caiu de confiança, deixando esperanças às Lisboetas. 
Quando conseguiu somar mais 2 pontos o adversário tinha feito duas séries de 4 pontos consecutivos… o resultado era de 22/23 e a Lusófona ameaçava o 3/0 no total de parciais. Mesmo sobre pressão o Boavista fechou o parcial com 25/23.

A Lusófona não perdeu nenhum serviço e o Boavista perdeu 3.




4º Set 25/15 – Arbitragem e nervos “tiram” panteras do jogo

Era a esperança da reviravolta. A Lusófona parecia acusar desgaste físico e o Boavista apresentava uma reação. 
Mas o inicio das Lisboetas foi forte e o Boavista, preocupado com os erros da arbitragem, perdeu concentração e em todas as jogadas divididas… a sorte ia para as da casa. 
Baixou claramente os braços a nossa equipa passando os tempos técnicos em desvantagem 4/8 e 11/16, despedindo-se do jogo ao permitir o 14/22, fechando este jogo como o começou… ausente!

Em serviços falhados as equipas empataram com 1 erro.






Resumindo, o Boavista vale mais que o que demonstrou em Lisboa e vai prova-lo no próximo fim de semana, em casa, onde a jovem equipa da Lusófona irá apostar em vencer um jogo, mas naturalmente irá acusar a pressão do nosso público que vai “devolver” esta equipa axadrezada ao seu valor de início de época. Apostamos nisso!