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terça-feira, 17 de junho de 2014

SUSANA MURILLO, ANALISA A EVOLUÇÃO NO VOLEIBOL

Susana Murillo, é uma jovem voleibolista do Boavista, que hoje se encontra de parabéns pelo seu décimo quinto aniversário. Extrovertida e divertida, esta jovem deu a sua visão sobre a época, numa entrevista marcada com o Amadoras a cerca de três semanas.
És voleibolista do Boavista há quanto tempo?
Há quase quatro anos. Comecei na equipa de minis “B” e agora sou da equipa de Cadetes.
Como apareces no voleibol?
Por vontade própria. A minha mãe queria que eu praticasse desporto e indicou-me a ginástica rítmica. Eu não quis ir e optei pelo voleibol. Vim experimentar e gostei.
Mas e a ginástica?
Nem entrei, disse logo que não queria e que ficava no voleibol.
És decidida?
Sou e quem sabe o quer… sou eu!
Manténs a certeza de ter escolhido bem?
Sim, mantenho, embora quando comecei parecesse que gostava mais que o que gosto agora, mesmo continuando a gostar.
Porque sentes isso?
Talvez porque com o crescimento da idade e da competitividade ao subir de escalões as exigências sejam outras e o puro prazer de jogar, seja substituído já pela responsabilidade que passamos a ter, com a competição.
A época está a terminar e foi diferente do habitual. Sentiste isso?
Sim. Eu e todas. Eu ainda sou Iniciada, mas já estou a jogar nas Cadetes por indicação do treinador e vou continuar nas Cadetes para o ano. Neste momento, quase no final da época sinto-me um pouco cansada.

No papel de jogadora, como “vês” todas as alterações?
Depois destas mudanças de escalão e forma de trabalhar, acho que melhorarmos muito, todas, e os resultados e actuações nos jogos têm sido melhores. Considero que na próxima época os resultados vão ser melhores.
E no balneário como se reagiu a isto tudo?
Foi difícil, ao princípio. Agora trabalhamos muito mais e não temos tempo para as brincadeiras. Acabou (algum) do prazer e começou o trabalho, mas já nos habituamos a esta nova faz.
No futuro, vais conseguir conciliar volei e estudos?
Queira jogar e estudar ao mesmo tempo e jogar até não conseguir mais.
Amanhã fazes anos. Quantos?
Quinze!
Eu estou convidado para ir à tua festa?

Não! e desatou a rir como só ela consegue.