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segunda-feira, 16 de novembro de 2015

VOLEIBOL - LESÃO, ÁRBITROS E ERROS PRÓPRIOS, ACABAM EM DERROTA INESPERADA

PE LOBATO 3 – BOAVISTA FC 0
25/20, 26/24, 25/15





Foi, um acumular de pormenores, que acabaram por proporcionar um resultado inesperado – até pela diferença do marcador – e marcar a segunda derrota do Boavista no campeonato nacional.

Partindo do princípio, que sempre defendemos, que devemos saber aceitar as derrotas, da mesma forma, como saboreamos as derrotas, esta é, a essência do desporto, é nossa obrigação levar até aos nossos leitores a forma como “vimos” o jogo de ontem, na Amora.

O primeiro acontecimento que mexeu (decidiu?) com o jogo, aconteceu, quatro minutos após o seu inicio. Falamos da lesão de Fabiana.

1º set 25/20 – A lesão de Fabiana
O Boavista, entrou bem no jogo e atingiu a vantagem de 6/3 tendo a posse do serviço seguinte. Mas na jogada anterior a atleta Fabiana, ao rodar todo o corpo para executar um recepção, que conseguiu com êxito, terá ficado com o pé preso e sofreu uma lesão na anca. O jogo foi interrompido, a retomado posteriormente à retirada da atleta do terreno de jogo.

A equipa do Boavista, muito jovem, não conseguiu libertar-se, dos receios que sentia da sua “patroa de campo”, Fabiana, sendo jovem é a atleta mais adulta. O Boavista, não conseguiu lutar contra os sentimentos e foi uma equipa órfã, e algo nervosa, que completou o primeiro set. Erros e alguma apatia, determinaram a derrota do parcial. Facilmente, a equipa sulista impos uma diferença de cinco pontos de vantagem atingindo os 15/10 e mantendo essa vantagem até ao final do parcial.

2º set 26/24 – Os árbitros
O segundo pormenor???ou “pormaior?” Aconteceu, no segundo parcial, por acção do segundo árbitro do jogo.
Todo o set, foi jogado com grande equilíbrio, mas na passagem do décimo sexto ponto, o Boavista tomou conta do jogo e atingiu a marca de 22/20. O referido árbitro, decidiu penalizar um erro de formação, penalizando o Boavista, colocando em 22/21, o que poderia e deveria ter sido 23/21. Esta acção, repetiu-se quando o Boavista vencia por 23/22 e o que poderia ser o 24/22, passou a ser de empate a 23/23! O Boavista, lutou mas com tanto nervosismo, não conseguiu evitar a derrota nas vantagens de 26/24.

Nota pessoal: Nem colocamos em causa que o árbitro, tenha “visto bem”, o movimento de mudança de zona, da atleta axadrezada, antes de o serviço ter sido efectuado. O que colocamos em causa e questionamos…é "e os outros"? E os erros de formação, efectuados pelas atletas da Pel? Tanto rigor em dois momentos decisivos do parcial e do jogo? Uma coisa é um erro do árbitro quando o marcador assinala os primeiros pontos, outra coisa, é tamanho rigor nos últimos momentos de um parcial. Que este parcial foi decido pelos árbitros, ninguém tem dúvidas!

3º set 25/15  - Os erros
Foi uma equipa nervosa, revoltada, a que iniciou o terceiro parcial. O Boavista, lutou até atingir a dezena de pontos e, depois aconteceu, apenas o que faltava acontecer neste jogo. A guerra imposta pelas atletas da casa, com insultos, ofensas, ameaças que quase davam início a uma luta dentro do terreno. Este ambiente destruiu o Boavista. Curiosamente, o senhor segundo árbitro, tudo ouviu, a tudo assistiu e nada ou pouco nada fez. Depois de conferenciar três vezes, com o seu colega, decidiu exibir o cartão amarelo ao treinador do Boavista e à atleta Bia, do resto nada mais fez.
De cabeça perdida, o Boavista quebrou, acumulou muito erros e “entregou” o jogo.

Tecnicamente, temos que reconhecer que o PEL aproveitou, este dia negro composto por um conjunto de pormenores. Serviu melhor, esteve mais unida e aproveitou todos acontecimentos.

Nota pessoal: Considero que na segunda volta o Boavista vai repor a verdade da diferença de equipas e até aposta na vitória axadrezada por 3/0!


Não damos os parabéns ao Pel porque o comportamento de público (farei artigo a publicar em separado) e o comportamento de várias atletas no campo, não foi digno!