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ESTA ÉPOCA, O BOAVISTA FUTEBOL CLUBE CONTINUARÁ A PARTICIPAR EM VÁRIAS MODALIDADES A NÍVEL NACIONAL, COM OS OBJECTIVOS DE HONRAR O NOME DESTE CLUBE. O ANDEBOL SÉNIOR E VOLEIBOL FEMININO, DISPUTAM O PRIMEIRO ESCALÃO NACIONAL... OUTRAS MODALIDADES LUTAM PELO REGRESSO A ESSE ESCALÃO.


segunda-feira, 5 de outubro de 2015

JOÃO BRENHA, UM CAMPEÃO DE CORPO INTEIRO, NA FORMAÇÃO DO ROSÁRIO

Presente, neste torneio, uma das maiores figuras portuguesas do Voleibol nacional e internacional. João Brenha, é actualmente técnico da formação do Colégio do rosário e não podíamos perder a oportunidade de conversar com tal ilustre campeão.


Todos os adeptos da modalidade conhecem João Brenha, mas numa mensagem aos mais jovens, vamos dar a conhecer João Brenha. Qual a sua história?

Comecei a jogar voleibol aos oito anos. Isto vem de família, porque o meu irmão jogava e eu morava muito perto do pavilhão da Académica de Espinho, foi natural que jogasse voleibol, numa cidade de Voleibol. Fiz toda a minha formação na Académica de Espinho, tendo jogado, depois, em clubes como sénior, no Castêlo da Maia e SC Espinho.

E todos sabem… passou para o Voleibol de praia, onde jogou por esse mundo fora? Como se processou essa fase?

Acumulei o Voleibol de pavilhão e de praia, nunca abandonei o pavilhão e acumulei sempre as duas variantes.

Em que ano se iniciou na praia?

Em 1990.

Será um crime eu perguntar-lhe qual a variante que gosta mais?

É mesmo um crime, porque acima de tudo eu gosto muito de Voleibol.

Mas na praia é diferente. Mais complicado?

A verdade é que no Volei de praia conseguimos atingir patamares que no pavilhão não conseguimos. Nós jogamos durante anos num campo de nove por nove, hoje em dia o campo é de oito por oito. Somos apenas dois jogadores, estamos condicionados pela areia e temperatura do exterior, muitas vezes muito altas, mas como o desporto de alta competição nós temos que estar à altura para corresponder às dificuldades.

Desporto de alta competição, é só para alguns?

Penso que sim, temos que trabalhar muito e temos que gostar muito para enfrentar dificuldades.

Continua a jogar?

Agora, apenas jogo no Inatel.

Vamos passar para o torneio e colégio do Rosário. Há quanto tempo treina a formação do Colégio?

Este será o meu quarto ano. Sou professor no Colégio e acumulo com o Voleibol, nos escalões de formação. Este ano, estou com as infantis.

Há na opinião pública a ideia que o Colégio fará a formação para as equipas do Porto Volei, como por exemplo, faz a Escola de Lamaçães com o SC Braga. Estamos certos ou errados nesse aspecto?

Não existe nenhum protocolo que formalize isso, mas existe essa facilidade porque há dirigentes que são comuns nos dois clubes e este ano, foram algumas atletas do colégio para o Porto Volei, mas oficialmente , nada existe nesse aspecto.

Foi importante a participação no torneio?

Exactamente. Estou com uma equipa de infantis que tem algumas atletas que ainda são minis “b”, é sempre importante elas jogarem e conhecerem outras realidades, porque treinar é uma coisa jogar é outra.

Para a competição oficial o que espera?

Pouco, porque como lhe disse tenho seis ou sete atletas minis, nesta equipa de infantis e por isso será uma época de simples formação.

O professor Carlos Simão, foi seu treinador?
Foi na Académica de Espinho.

Tem alguma coisa a dizer mal dele?

(rui-se) e disse; nada a dizer…é bom homem e conhecedor