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sábado, 16 de janeiro de 2016

FUTEBOL FEMININO - CRÓNICA DO JOGO (SUB 19) COM A ESC. HERNANI GONÇALVES

RAMALDENSE/BFC 3 – ESC. HERNANI GONÇALVES 4
(2-2)

Campo nº 2 do estádio do Bessa
Constituição de equipas:
Árbitras: 
Maria Inês Alves e Raquel Correia da AF Braga



RAMALDENSE/BFC
Kika
Rosa Esquilo
Beatriz
Ana
Flávia
Juliana
Malheiro
Rafaela
Mariana
Jogaram ainda:
Joana Santos, Joana Oliveira, Katy, Nádia, Rita e Catarina
Treinadores;
Vitor Moutinho e Bruno Pacheco

 ESC. HERNANI GONÇALVES
Francisca
Sofia
Barbara
Luana
Cristina
Mariana
Casimira
Ana
Barbozinha
Jogaram ainda:
Maria Inês, Regina, Inês Santos e Débora
Treinador:
Pedro Brito

A equipa mais jovem de juniores do Boavista, que joga com o nome de Ramaldense (protocolo com este clube), que explicaremos em pormenor, em artigo a publicar amanhã, recebeu hoje no Bessa uma equipa mais “adulta” e bem trabalhada.


As jovens que constituem esta equipa axadrezada, têm idades compreendidas entre os treze e quinze anos, com uma única atleta com dezasseis anos. Consequentemente a equipa está, naturalmente, condicionada a este factor. De salientar que, jogando num campeonato de sub-19, algumas destas jovens ainda terão mais quatro anos neste escalão!!!

Serve, este preambulo, para “localizar” os nossos leitores na realidade competitiva do encontro. E... vamos ao jogo!

Evidente para todos, as diferenças no sistema de jogo das duas equipas. O Boavista, apresentava um meio campo que utilizava  mais luta e que após recuperação de bola, jogava mais directo para as suas avançadas, enquanto, as “Hernanis” apostavam em passes mais curtos, de futebol apoiado, tentando sempre, manter a equipa unida e em bloco. Mais vistoso e técnico o jogo das visitantes e mais musculado e combativo o jogo do Boavista.

Marcou o cedo, aos cinco minutos, a equipa “Hernani”, por intermédio de Ana em remate cruzado de fora da área. Respondeu o Boavista, empatando em livre directo aos treze minutos, por intermédio de Rafaela.

Sete minutos, depois o Boavista provocava a cambalhota no marcador, quando Flávia rematava dentro da área. O jogo, estava equilibrado a meio campo e o resultado em aberto, quando uma grande jogada de futebol em qualquer campo do mundo deu o empate. Finalizado por Maria Inês, aquele que consideramos o momento do jogo!

A segunda parte foi algo diferente, com superioridade das “Hernanis”, porque o Boavista partiu no meio campo e perdeu-se no terreno.
As visitantes, apostaram no ataque pelo seu lado direito, onde a jovem Juliana, se bateu galhardamente ganhando muitos lances, mas não conseguindo evitar que duas jogadas terminassem em golo das visitantes. Primeiro por Barbozinha aos quarenta e cinco e Mariana aos sessenta, finalizando ambos lances dentro da área axadrezada, após cruzamentos do flanco direito das "Hernanis".

O Boavista, não desistiu e conseguiu no último minuto reduzir de grande penalidade, convertida por Flávia. O jogo terminou de imediato.
Consideramos muito promissora esta equipa axadrezada. Uma excelente guarda redes, Kika, e sem quere ser injusto com alguém realçamos as exibições de Juliana, valente decidida e concentrada (com peso a mais, mas nesta idade isso acontece e com os anos estas jovens corrigem). No meio campo uma “guerreira” a empurrar a equipa, Rosa (Esquilo). Malheiro, é uma maestra no meio campo ofensivo sempre com grande entrega. Flávia e Rafaela, muito boas tecnicamente, que vão aprimorar o seu jogo colectivo. Todas estas nos “saltaram” à vista, mas haverá mais nas (outras) jovens desta equipa.
Excelente arbitragem, muito fácil de realizar. Apenas um reparo, no nosso relógio ficaram por jogar três minutos no segundo tempo…mas o nosso relógio nada manda.


O MOMENTO DO JOGO

A dois minutos do intervalo, com o Boavista no ataque… as visitantes interceptam a bola no seu meio campo. Com grande visão de jogo, uma jogadora faz um passe na diagonal “rasgando” todo o campo para o lado direito até ao vértice superior da área do Boavista. Vinda de trás, uma companheira cruza de imediato a bola para o segundo poste (lado esquerdo) onde aparece a grande velocidade, Maria Inês, para concluir uma jogada de levantar qualquer estádio do mundo.