O jogo de
futsal entre o Boavista e o S. João, a contar para o campeonato nacional da
segunda divisão, foi interrompido aos trinta de dois minutos e trinta segundos,
isto é, a sete minutos e meio do seu final, quanto o Boavista vencia por um a
zero.
Esta interrupção,
aconteceu por uma quebra de energia eléctrica em cinco projectores que ficava
sobre a área defendida pelos axadrezados.
Os regulamentos
federativos impõem um período de espera da 30 minutos, passados os quais o jogo
deve ser dado por interrompido. Nesta base, os delegados das duas equipas
apresentaram a proposta à equipa de arbitragem continuar o jogo nas condições (prejudicais
para o Boavista que era o clube mais afectado).
Passados vinte
e oito minutos, e quando os árbitros iriam recomeçar o encontro, alguém do S.
João voltou com a palavra atrás e negou-se a continuar o encontro.
Lamentável,
para os espectadores, que esperaram esse período de tempo na esperança de ver a
conclusão do encontro.
Talvez, alguém
tenha induzido em erro o delegado da equipa visitando, pensando que o jogo
viria a ser repetido na sua integra. O que não acontecerá !
Por falta de
energia, só serácimprir o tempo em falta, isto é, sete minutos e meio.
Para essa
conclusão (do jogo) estrão inscritos os mesmos atletas deste encontro – excepto
se entretanto algum for castigado e não poderá estar representado – qualquer atleta,
que ontem estivesse castigado, não viu cumprido o seu castigo, e não poderá (voltar)
a jogar neste encontro.
Espera-se
que a FPF marque uma nova data, para o cumprimento dos sete minutos e meio de
jogo.