quinta-feira, 2 de junho de 2016
terça-feira, 31 de maio de 2016
BEATRIZ ALVES - A "FURACÃO" DAS CADETES DO VOLEIBOL
Beatriz Alves,
é uma atleta da equipa de Cadetes de Voleibol que atravessa uma fase de
paralisação, derivado a uma lesão, com gravidade média. Mas mantêm a sua boa
disposição e aposta na recuperação.
Vamos tentar
conhecer um pouco da "Alves", mais conhecida por "mulher furacão".
Começo por
perguntar, quem é a "Alves" das Cadetes?
Chamo-me Beatriz
Alves, tenho dezasseis anos, estudo no Grande Colégio Universal e frequento o
décimo ano.
Já tens
objectivos a nível de estudos para o futuro?
Queria seguir
medicina, porque o meu desejo é ser médica, mas ainda não está definido.
Como surgiu
o voleibol na tua vida?
Comecei a
jogar voleibol na praia, com os meus pais, mas, mais a sério e numa equipa,
iniciei-me no Grande Colégio Universal, quando tinha nove anos a andava no
quinto ano.
Quanto tempo,
estiveste a jogar pelo Universal?
Durante,
cerca de seis anos.
Como se dá a
passagem do Universal para o Boavista?
Aconteceu que
a nossa equipa acabou. Umas jogadoras foram para um lado, outras para outro. Fui
convidada por alguns clubes, entre eles o Boavista e optei pelo Boavista.
Em que
escalão entraste no Boavista?
No escalão
de Cadetes e passei agora para as Juvenis.
Que diferenças,
encontras entre a jogadora do Universal e a do Boavista?
Sinto que
evolui muito, com os métodos e treinos do professor Simão. Para ser justa, acho
que evolui bastante. Sinto que jogava razoavelmente, mas agora subi bastante de
produção.
Porquê o voleibol
e não outra modalidade?
Eu joguei
ténis desde os dois anos, mas preferi uma modalidade colectiva, enquanto o
ténis é individual. Prefiro uma modalidade em que possa apoiar e ser apoiada
pelas minhas colegas e não uma em que ande sozinha.
O Carlos
Simão, impôs no Boavista um ritmo de trabalho, que surpreendeu muita gente. Notaste
alguma diferença do que estavas habituada?
Sim, notei
bastante diferença. O facto de estar num clube, é logo, só por si, diferente,
que estar num colégio. No clube os treinos são mais puxados. Temos mais espaço
e com um treinador que acredita em nós, tudo se torna mais exigente.
O Carlos
Simão é exigente?
Bastante. Mas
isso é bom para nós, porque é assim que conseguimos evoluir.
Mas no princípio
da época foi difícil?
Concordo que
no início não foi fácil, porque não estávamos habituadas a tal intensidade. A equipa
tinha acabado de se formar e com o treinador a esperar demais de nós. Foi difícil e até traumatizante.
Mas e
actualmente?
Estamos habituadas,
gostamos da forma como o professor trabalha e queremos que continue connosco.
Na Taça AVP,
estais a jogar contra equipas de Juvenis, sendo vocês uma equipa de Cadetes. É difícil?
Nem por
isso. Na prova em que estamos a jogar, as equipas, não são propriamente as mais
fortes e não está a ser muito difícil para nós acompanhar essas equipas nos
jogos.
Que esperas
para o ano, da tua equipa de Juvenis?
Espero que
tudo continue igual com o professor a puxar por nós e que por nossa parte,
continuemos a evoluir. Espero que a equipa não se separe, não se parta e
continuemos a trabalhar com entusiasmo.
Para uma
jogadora de um Colégio, como sentes jogar com uma camisola de um clube como o Boavista?
O meu pai é
do Boavista e para mim é um orgulho especial vestir esta camisola. É óptimo jogar
no Boavista com esta equipa.
Como aconteceu
essa lesão?
Comecei a
sentir dores à cerca de cinco meses, quando treinava e essas dores foram-se intensificando.
Fiz fisioterapia que aliviou, mas não resolveu o problema.
Fui chamada à selecção mas no segundo dia tive que vir embora, cheia de dores. Fui enviada ao
hospital e descobriram que tenho uma lesão grave, que inclusive já acabou com a
carreira a várias jogadoras. A lesão é no supre espinhoso e bícepe, com os tendões inflamados.
Esperançada em
recuperar?
É isso que
mais quero para voltar a treinar, junto da minha equipa.
segunda-feira, 30 de maio de 2016
ANDEBOL - PONTO DA SITUAÇÃO
As competições Nacionais de Andebol, aproximam-se do final,
como se comprova através das tabelas que publicamos.
Na competição de Juniores, resta disputar a última jornada,
com possibilidades de ter interferência no escalonamento final.
CLASSIFICAÇÃO ACTUAL
PRÓXIMA (ÚLTIMA) JORNADA
Nota: Se a lógica imperar a classificação pode ficar semelhante ao actual posicionamento. Mas, o melhor é vencer!
No escalão de Juvenis, a competição já está concluída com o
Boavista a assegurar a manutenção no primeiro escalão nacional.
Para melhor analisarmos todo o contexto andebolístico axadrezado,
iremos realizar esta semana, uma entrevista com um, dos seus dirigentes, e apresentaremos
um balanço de toda a época
BOXE (JUNIORES) - BOAVISTA SAGRA-SE CAMPEÃO NACIONAL, PELA SEGUNDA VEZ CONSECUTIVA
O Boavista
Futebol Clube, sagrou-se CAMPEÃO (Bicampeão) NACIONAL DE JUNIORES em Boxe.
Os atletas
que conquistaram mais um título Nacional, para o Boavista, são:
VITÓR
CARVALHO
PEDRO MELO
JOÃO LUZ
O técnico, deste
trio de Campeões é o campiníssimo Carlos Caldas
FUTSAL (SUB-20) - BOAVISTA, PERDE EM VILA DO CONDE, SENDO OBRIGADO A VENCER EM CASA NO PRÓXIMO FIM-DE-SEMANA
Sporting CP
e Caxinas, partem na frente após vencerem os jogos referentes à primeira mão,
das meias-finais do Campeonato Nacional de futsal (sub-20).
Resultados:
ADCR CAXINAS
8 – BOAVISTA FC 2
SL BENFICA 3
– SPORTING CP 4
A competição
tem continuidade no próximo fim-de-semana, com os encontros da segunda mão. Esta
eliminatória é decidida, após um clube atingir a segunda vitória, o que
equivale em dizer que Boavista e Benfica, vencerem no Sábado, voltarão a jogar no
desempate no próximo domingo.
Estes jogos,
não permitem empate. Se tal acontecer no final do tempo regulamentar, haverá
lugar a um prolongamento e se necessário, desempate por penaltis.
O resultado
obtido pelo Boavista, em Vila do Conde, é (primeiro) “mentiroso” pela diferença
de golos e simboliza, por si, o "espírito" desta fase de competição. O Boavista,
a perder por três golos, lançou-se no chamado “tudo por tudo” e acabou por ser goleado.
Nada está em
causa, no próximo sábado, o Boavista é obrigado a vencer e voltar a jogar em
casa no domingo.
Daremos mais
pormenores durante a semana.
domingo, 29 de maio de 2016
GINÁSTICA RÍTMICA - FOTOS DO LUXEMBURGO
Vejam, algumas das fotos da participação da ginástica rítmica do Boavista no Luxemburgo,
visitando o blogue das fotos das Amadoras, clicando sobre o link
GINÁSTICA RÍTMICA - BOAVISTA ESTEVE PRESENTE, COM EXCELENTES RESULTADOS, NUM TORNEIO INTERNACIONAL DE LUXEMBRUGO
Publicamos na
integra, um artigo sobre a participação da Ginástica do Boavista
em torneio
Internacional no Luxemburgo
Atletas lusas brilham no torneio de ginástica rítmica do Luxemburgo
As ginastas do Boavista Futebol Clube brilharam no Torneio Internacional da modalidade, que se disputou durante o fim-de-semana, no Centro Cultural e Desportivo Tramschapp, na capital.
As ginastas portuguesas estiveram em destaque no Torneio Internacional de ginástica ritmica do Luxemburgo Foto: Á. Cruz
Além de conquistar alguns pódios, o contingente português esteve em bom nível na esmagadora maioria das suas actuações nos vários escalões etários.
As ginastas do Boavista Futebol Clube, equipa que se apresentou na competição com o maior número de atletas, alcançaram o primeiro lugar no conjunto de juniores e o segundo no conjunto de pré-juniores.
A nível individual, a jovem Bianca Henriques foi segunda classificada na categoria ’kids 2006 B’, a mesma classificação que Teresa Martins conseguiu na categoria ’kids 2004 B’.
Além dos referidos pódios, Madalena Lages, Inês Carvalho, Maria Rocha, em juniores A, Sara Amorim (na foto) e Leonor Oliveira, em juniores B, tiveram bons desempenhos, ficando a escassos pontos das medalhas.
Sara Monteiro, responsável principal da secção de ginástica rítmica do Boavista, fez “um balanço positivo” da participação das suas ginastas, destacando “a importância” que “estas experiências internacionais têm para as jovens ginastas”, e o primeiro prémio atribuído à melhor claque, que a equipa da Invicta ganhou.
A prova contou com a participação de equipas de 18 países e, além dE duas equipas lusas, participaram na prova um grupo de quatro juízas portuguesas.
Nota do Editor: Por motivos de problemas de saúde pessoal, ainda não foi possível a presentarmos uma crónica sobre a excelente participação das Panteras. Brevemente, apresentaremos esse trabalho. Pelo facto apresentamos as nossas desculpas.
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